DIDO AND AENEAS | DIDO E ENEIAS
HENRY PURCELL
PALÁCIO DE BELÉM
FICHA TÉCNICA
Ópera trágica em três actos.
Libreto de Nahum Tate segundo a peça teatral Brutus of Alba do próprio, e A Eneida de Vergílio.
Estreia absoluta
Colégio Interno para Raparigas em Chelsea (Londres) de Josias Priest em 1689.
Estreia em Portugal
Teatro Nacional de São Carlos a 25 de Novembro de 1995.
Direcção Musical Geoffrey Styles
Encenação André Heller-Lopes
Cenografia e Figurinos Rita Pereira
Desenho de Luz Pedro Martins
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Nova produção | Co-produção
Teatro Nacional de São Carlos | Presidência da República
INTÉRPRETES
Dido / Elissa, Rainha de Cartago Ana Franco
Belinda, irmã de Dido Raquel Alão
Aeneas, Príncipe troiano João Merino
Maga João de Oliveira
2.º Mulher / Primeira Bruxa Ana Serôdio
Segunda Bruxa / Espírito sob a forma do deus Mercúrio Cátia Moreso
Marinheiro Marco Alves dos Santos
Com a participação especial de Glória de Matos
SINOPSE
Produção apresentada ao ar livre, nos Jardins do Palácio de Belém é um espectáculo que pretende assinalar a conclusão dos trabalhos de reabilitação do Jardim da Cascata do Palácio da Presidência.
Glória de Matos, conceituada artista portuguesa, fará parte deste projecto com a declamação da célebre Cantata de Dido, de Pedro António Correia Garção, no início do espectáculo. Um dos sonetos mais conhecidos da língua portuguesa, Alma Minha Gentil Que Te Partiste, de Luis de Camões, será também interpretado pela actriz no final.
Dido and Aeneas é uma ópera trágica em três actos e um prólogo, com libreto de Nahum Tate, e é considerada a única grande obra de teatro musical em inglês antes das óperas de Benjamin Britten, no século XX. A história baseia-se no IV Canto da «Eneida», do épico latino Vergílio. A acção desenrola-se ao longo de um dia, retratando o drama da rainha Dido, que se enamora de Aeneas e se vê abandonada, em detrimento da epopeia que o príncipe troiano está vaticinado a viver.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
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